São-paulina vê no time a força que precisa para superar doença

Aline Silva, de 20 anos, é são-paulina fanática e é do clube do coração que ela  diz tirar inspiração e força para enfrentar o dia a dia. Sem queixas, se mantém antenada nas noticias do time e tenta, à medida do possível, ter uma vida como a de muitos outras pessoas com limitações físicas.

Aos três anos de idade, Aline foi diagnosticada com distrofia muscular e escoliose (desvio na coluna). A distrofia enfraquece os músculos e, por conta disso, em 2001 o seu quadro agravou. Foram várias internações e a agonia aumentou em 2003, depois de uma traqueostomia. Após o procedimento, ela contraiu uma infecção que a obriga a utilizar um aparelho 24 horas por dia para poder respirar. Desde então, não anda mais. Como a família não tinha condições de comprar o aparelho, Aline passou a praticamente “morar” em hospitais da capital e da cidade de Suzano, na região metropolitana de São Paulo, até conseguir o aparato por meio de uma decisão judicial.

- A minha vida é uma luta diária, pois tenho de lutar contra minhas limitações e tenho de perseguir meus sonhos. Na minha vida, eu sempre tive que lutar. Nasci lutando pra sobreviver e sei que será assim até o ultimo dia.

Aline conta que o São Paulo e, sobretudo, o capitão Rogério Ceni são personagens muito importantes de sua história.

- Ninguém sabe, mas o São Paulo e o Rogério Ceni tiveram papel fundamental no momento mais difícil da minha vida, quando fiquei internada durante sete meses. Eles me ensinaram que, independentemente das circunstâncias, enquanto há jogo, enquanto há vida, não devemos parar e desistir dos nossos sonhos e objetivos.

Aline se refere à batalha que o São Paulo enfrentou contra o Rosário Central, da Argentina, nas oitavas de final da Taça Libertadores de 2004.

- Foi um jogo complicado, onde até pênalti perdemos. Era o jogo de volta e tínhamos de vencer para nos classificar, mas acabamos indo para os pênaltis. A primeira cobrança havíamos perdido também. Tudo parecia acabado, assim como eu achava que a minha vida estava, mas o São Paulo deu uma reviravolta incrível e milagrosa. E eu senti, naquele quarto de hospital, que eu, como são-paulina, também podia vencer. Que eu não podia desistir tão fácil assim da minha vida, da minha vitória, eu tinha de ser igual ao meu time, ou pelo menos tentar, lutar. E foi daí que comecei a ser fanática pelo São Paulo e pelo Rogério Ceni.

Hoje, Aline trabalha em um jornal local, produzindo as reportagens de casa mesmo. Ela concluiu o segundo grau e quer fazer faculdade. Foi uma dos cerca de seis milhões de estudantes que fizeram o Enem, recentemente. Escreve letras de músicas e alimenta alguns sonhos que envolvem Lucas, Rogério Ceni e o Morumbi.

- Nesses últimos meses, desde que fiquei sabendo que o Lucas iria para a França, comecei a lutar mais ainda para conhecê-lo antes de ele partir, mas até o momento não consegui. Outro sonho que tenho é de conhecer o estádio do meu time, o Morumbi. Eu ainda não estive lá, ainda não vi o Rogério Ceni, de quem sou fã incondicional, jogando.

Apesar de o goleiro tricolor ter renovado contrato para mais uma temporada, ela teme não poder ver o ídolo em ação, e a aposentadoria, cada vez mais próxima, entristece.

- Durante o ano fiquei pensando nisso, no fato de que ele poderia pendurar as luvas e eu acabar mesmo ficando sem realizar esse sonho. Sei que ele vai parar no ano que vem, e não gosto de pensar nisso, pois sei que a cada dia esse sonho também vai ficando cada vez mais distante.

Aline não desiste e, no último sábado, um dia chuvoso, de céu cinzento, ela conseguiu realizar mais um sonho. Ganhou o autógrafo e a foto de Muller, mais um ídolo da história do São Paulo, que fez um jogo festivo pela equipe master do São Paulo em Poá, cidade da região metropolitana da capital, local onde ela mora. Pelo que essa moça demonstra diariamente, este não será o último.

Aline Silva com Rogerio Ceni (Foto: Aline Silva - Arquivo Pessoal )

(Source: globoesporte.globo.com)

Ceni avisa que vaga na Libertadores não pesará em decisão sobre adeus

Aos 39 anos, o goleiro Rogério Ceni, do São Paulo, ainda não conseguiu chegar a uma decisão sobre a sua aposentadoria. Seu contrato vai até o fim deste ano, mas ele diz que ainda não é tempo de sentar com a diretoria e negociar uma renovação, tampouco se vai decidir pendurar as luvas. De qualquer forma, o ídolo tricolor avisa: a presença na Taça Libertadores não será o fiel dessa balança.
- Ir ou não à Libertadores não definirá se continuarei jogando. Não depende disso. O São Paulo pode ganhar a Sul-Americana e, mesmo assim, eu parar. Essa será uma decisão pessoal e muito pensada.
No momento, Rogério se concentra apenas em levar o São Paulo de volta à principal competição continental, ainda que ele não a dispute. O Tricolor pode conquistar a vaga se ganhar a Copa Sul-Americana ou se ficar entre os melhores do Campeonato Brasileiro. A decisão sobre o futuro só sai no fim do ano.
- Não comecei a conversar sobre isso, nem pretendo fazer isso agora. Vou deixar isso para o fim do ano. Acredito que entre o fim de novembro e o começo de dezembro teremos uma resposta.

Enquanto isso, o goleiro segue sua rotina de treinos. Por vezes, ele tem de fazer atividades individualizadas para combater as dores, fruto dos anos de esforço para permanecer entre os melhores goleiros do Brasil. Agora, a cabeça de Ceni está centrada apenas no jogo com o Internacional, às 22h desta quarta-feira, no Morumbi, pela 22ª rodada do Brasileirão.

(Source: globoesporte.globo.com)

M1TO supera Pelé e Zico: “É um prêmio aos são-paulinos”

O goleiro Rogério Ceni foi eleito o maior jogador brasileiro da história da Libertadores. Em votação realizada pelo site Pasión Libertadores, com notícias exclusivas do torneio continental e com o aval da Conmebol, o M1TO superou importantes nomes como Pelé e Zico.

O camisa 01 venceu a votação com 77,6%, enquanto o ex-santista ficou com 18,2% e o ex-flamenguista com 4,2%. Lembrando que os votos foram realizados por internautas. Feliz com o prêmio, Rogério dedicou aos torcedores são-paulinos.

“Fico feliz com isso. A Libertadores sempre foi o desejo de todo são-paulino. O que ajuda é o São Paulo ser tricampeão, uma história mais recente. É um prêmio para todo são-paulino, não só para mim. Reflete toda a torcida”, disse o goleiro.

Rogério Ceni é bicampeão da Libertadores. Em 93, ele foi reserva de Zetti. Já em 2005, ele teve papel fundamental na conquista do tricampeonato. Além das grandes defesas, o M1TO fez cinco gols e foi um dos artilheiros da equipe naquela edição.

Ao todo, Rogério Ceni disputou a Libertadores sete vezes, com 72 jogos, 43 vitórias, 15 empates e 14 derrotas - aproveitamento de 66,6%. Além disso, com 11 gols, ele é o maior goleador da história do clube no torneio continental.

Ceni_Comemora_002 (18)_crop_galeria.jpg

Ceni vence Pelé e vira o maior brasileiro da Libertadores: “é para todos os são-paulinos”

Rogério Ceni teve 77,6% dos votos, e venceu o santista Pelé (18,2%) e o flamenguista Zico (4,2%). No total, votaram 1876 pessoas no site da Pasion Libertadores.

Em entrevista ao site oficial do São Paulo, o goleiro celebrou o fato: “Fico feliz com isso. A Libertadores sempre foi o desejo de todo são-paulino. O que ajuda é o São Paulo ser tricampeão, uma história mais recente. É um prêmio para todo são-paulino, não só para mim. Reflete toda a torcida”, disse Rogério Ceni.

Desde que a enquete foi criada (dia 8 deste mês), a torcida do São Paulo se mobilizou nas redes sociais pedindo para que o maior ídolo da história do clube fosse prestigiado na votação. E a estratégia deu certo.

Rogério Ceni ficou marcado na história da Libertadores como um dos principais personagens da conquista do título do São Paulo em 2005. Zico comandou o Flamengo campeão em 1981. Pelé conquistou dois títulos pelo Santos, em 1962 e 1963.

O site Pasion Libertadores da Conmebol pretende fazer várias enquetes desta forma em diferentes países para que os internautas se posicionem sobre o jogador mais valioso da história da competição.

(Source: esporte.uol.com.br)

plays

Ceni elogia mudança de postura da equipe: ‘A entrega foi maior’

Mais do que o resultado - 3 a 0 sobre a Ponte Preta -, os jogadores do São Paulo deixaram o gramado do Morumbi, neste sábado à noite, comemorando a resposta que a equipe deu no momento em que voltou a ficar pressionada. Do goleiro Rogério Ceni ao atacante Lucas, todos citaram o empenho mostrado dentro de campo e deixaram claro que, com esse espírito, a equipe poderá brigar com os concorrentes no segundo turno.

- Não podemos vir aqui e falar que está tudo bem, tudo certo. Mas hoje, mesmo com diversas improvisações, o time teve outra postura. Repetimos o que mostramos contra Fluminense e Grêmio, quando não merecíamos perder. O jogo contra o Náutico (derrota por 3 a 0, quarta passada) é para esquecer, fomos muito mal. Hoje (sábado) tivemos posse de bola, criamos chances e marcamos gols. E sem dúvida, a entrega foi maior - ressaltou o goleiro e capitão Rogério Ceni.

Um dos atletas mais aplaudidos pela torcida, o zagueiro Rafael Toloi disse que a vitória mostrou a força do São Paulo.

- Nosso time tem muita qualidade. Quando se concentra, é uma equipe difícil de ser batida. Fizemos um bom jogo contra a Ponte Preta, estávamos precisando de uma vitória como essa. Agora vamos mudar o foco e pensar na Copa Sul-Americana. Precisamos da classificação contra o Bahia - disse o defensor, referindo-se ao jogo da próxima terça-feira.

Autor de um dos gols, Lucas seguiu pela mesma linha de raciocínio dos companheiros.

- O São Paulo tem grandes jogadores e tem condições de brigar. É isso que temos de buscar jogo a jogo - concluiu.

(Source: globoesporte.globo.com)

Ceni e Lucas marcam, São Paulo bate a Ponte Preta e se reabilita

Depois de três derrotas consecutivas, o São Paulo conseguiu a sua reabilitação no Campeonato Brasileiro. Neste sábado, o time comandado por Ney Franco contou com a volta de Lucas, que estava com a seleção brasileira, e derrotou a Ponte Preta por 3 a 0 no Morumbi, em duelo válido pela 18ª rodada da competição nacional. Lucas, aliás, foi o responsável por fazer o segundo gol da equipe. Rogério Ceni, de pênalti, abriu o caminho para a tranquila vitória são-paulina, enquanto Osvaldo anotou um golaço no fim do duelo para dar números finais à partida.

Com o resultado positivo, o São Paulo chega aos 28 pontos na tabela, na sexta posição, ficando mais perto do G-4. Já a Ponte Preta, que perdeu em casa para o Bahia na última rodada, estaciona nos 20 pontos, preocupada com a aproximação em relação à zona de rebaixamento.

Na última rodada do primeiro turno, o São Paulo faz clássico com o Corinthians, domingo, no Pacaembu. Antes, porém, o time de Ney Franco joga pela Copa Sul-Americana, tentando confirmar a sua classificação diante do Bahia. Já a Ponte Preta atua no sábado, contra a Portuguesa, em Campinas.
O jogo
Ele foi o mais aplaudido pela torcida quando o locutor do estádio do Morumbi anunciou a escalação do São Paulo. Também se transformou no principal alvo de repórteres quando a equipe comandada por Ney Franco subiu em campo. Assim que a partida contra a Ponte Preta começou, Lucas se encarregou de justificar as expectativas.

O meia-atacante são-paulino e futuro jogador do Paris Saint-Germain, da França, deu um bom passe para Ademilson e uma série de dribles que resultaram em um chute para fora logo em sua primeira aparição no jogo. A vontade de Lucas de colaborar com o time era tamanha que, logo em seguida, ele foi advertido com um cartão amarelo por falta dura em Rildo.

Mas os lances negativos foram raros por parte do São Paulo na primeira etapa. Aproveitando-se da desorganização da Ponte Preta, o time da casa assustou o adversário com uma boa cabeçada de Paulo Miranda depois de cobrança de falta de Jadson, aos oito minutos. O que não foi suficiente para diminuir o nervosismo de Ney Franco. “Calma, calma!”, o técnico berrava à beira do campo, contraditoriamente muito mais impaciente do que seus atletas.

Calma foi justamente o que faltou para o ex-são-paulino Roger em uma bola alçada na área da Ponte Preta, aos 19 minutos. Ele cortou com o braço, e o árbitro Rodrigo Guarizo assinalou o pênalti com o auxílio do assistente que fica na linha de fundo. Para delírio da torcida tricolor, o goleiro Rogério Ceni se apresentou para a cobrança e conferiu, aos 21, apesar de seu colega Edson Bastos ter acertado o canto do chute.

Em vantagem no placar, o São Paulo ganhou ainda mais ânimo – e a Ponte Preta se desestruturou definitivamente no primeiro tempo. Aos 26, Lucas ajudou a desestabilizar o adversário ao participar de uma boa jogada com Jadson e Ademilson e bater no canto da entrada da área: 2 a 0. O meia-atacante correu para os abraços de seus companheiros e a ovação dos torcedores.

No final do primeiro tempo, Jadson e Ademilson tentaram dividir o protagonismo de Lucas com boas jogadas individuais. Do outro lado, a Ponte Preta extravasava a sua revolta com o resultado adverso contra o árbitro. Baraka, aos 42, teve um lampejo de lucidez e obrigou Rogério Ceni a fazer bela defesa em uma finalização forte. Roger ainda tentou marcar no rebote, mas em posição de impedimento.

Na tentativa de corrigir os problemas de sua equipe, o técnico Gilson Kleina promoveu duas alterações no intervalo. Lucas e Bruno Sabino entraram nas vagas de Somália e Luan com a incumbência de dar mais mobilidade à Ponte Preta no segundo tempo. Conseguiram. Como o São Paulo se acomodou, o time de Campinas ganhou espaço para atacar e passou a fazer com que os defensores são-paulinos trabalhassem mais.

Aos 15 minutos, o ainda impaciente Ney Franco decidiu tirar a estrela da partida de campo. Lucas, sem aparentar cansaço (mas já com um cartão amarelo), deu lugar a Osvaldo e foi intensamente aplaudido pelos torcedores. Poucos minutos depois, novas alterações no São Paulo. Denilson e Cortez (este sob vaias) foram trocados por João Schmidt e Cícero.

Foi Maicon, no entanto, quem levou o São Paulo à frente. Quando a Ponte Preta ainda esboçava a sua reação, já com Ferron no lugar de Diego Sacoman, o jogador começou a participar das principais jogadas ofensivas do Tricolor. Na defesa, Rafael Toloi fez alguns desarmes importantes e também teve o seu nome gritado pelo público. Ainda assim, ninguém parecia se destacar tanto quanto Lucas na noite da reabilitação são-paulina.

Até quem fechou o placar para o São Paulo foi o jogador que substituiu Lucas. Herdando a inspiração de seu concorrente de posição, Osvaldo arrancou da intermediária, driblou três marcadores e chutou no ângulo para anotar um golaço no Morumbi. Era só tirar a camisa e cruzar os braços direito e esquerdo na direção da eufórica torcida para comemorar - e levar um cartão amarelo muito lamentado por Ney Franco.
FICHA TÉCNICA:
SÃO PAULO 3 X 0 PONTE PRETA

Local: Estádio do Morumbi, em São Paulo (SP)
Data: 18 de agosto de 2012, sábado
Horário: 21 horas (de Brasília)
Árbitro: Rodrigo Guarizo (SP)
Assistentes: Alex Alexandrino e Ricardo Pavanelli (ambos de SP)
Cartões amarelos: Lucas, Denilson, Cortez, Osvaldo (São Paulo); Somália, Roger, Tiago Alves, Baraka (Ponte Preta)
Público total: 9.900 pessoas
Renda líquida: R$ 106.387,28
Gols: SÃO PAULO: Rogério Ceni, aos 21, e Lucas, aos 26 minutos do primeiro tempo; Osvaldo, aos 42 minutos do segundo tempo

SÃO PAULO: Rogério Ceni; Paulo Miranda, Rafael Toloi e Edson Silva; Paulo Assunção, Denilson (João Schmidt), Maicon, Jadson e Cortez (Cícero); Lucas (Osvaldo) e Ademilson
Técnico: Ney Franco

PONTE PRETA: Edson Bastos; Cicinho, Tiago Alves, Diego Sacoman (Ferron) e Uendel; Baraka, Somália (Lucas), Ricardinho e Luan (Bruno Sabino); Rildo e Roger
Técnico: Gilson Kleina

(Source: espn.estadao.com.br)

Após derrota expressiva, Ceni diz que “algumas coisas estão faltando”

A derrota expressiva por 3 a 0 do São Paulo para o Náutico, nesta quarta-feira, em Recife, demorará para ser digerida pelos jogadores do São Paulo. Na saída do gramado, Rogério Ceni, autor de um gol contra no duelo, considerou o resultado justo para os pernambucanos. “Acho que número de finalizações eles (Náutico) tiveram muito mais, chutaram muito mais bola. Tivemos mais posse de bola no primeiro tempo, mas algumas coisas estão faltando pra gente”, afirmou, em entrevista à Rede Globo.

Já no lado contrário, o placar foi bastante comemorado. Para o atacante Araújo, a postura do Náutico no início do jogo foi vital para a vitória. “Lutamos muito. Fundamental no primeiro tempo, fizemos dois gols, imprimimos um ritmo forte. O jogo foi difícil, o São Paulo agrediu toda hora e fizemos no contra-ataque”, comemorou.

R. Ceni brinca: São Paulo precisa “tocar tambor” para sair de má fase

O goleiro Rogério Ceni brincou sobre a má fase do São Paulo em participação em um dos programas da TV Bandeirantes, nesta terça-feira. O ídolo tricolor estava acompanhado do ex-goleiro do Palmeiras, Marcos, quando falou sobre o atual momento do clube que defende.

Em conversa descontraída, o ídolo palmeirense falou sobre as qualidades musicais de Ceni, principalmente tocando guitarra. Aproveitando o “gancho musical”, o são-paulino brincou com a má fase tricolor. “A solução é tocar tambor aqui para ver se melhora”, disse o camisa 01, em tom de brincadeira.

Renata Fan, apresentadora do programa, disse ao goleiro do São Paulo que, com o retorno de Luis Fabiano e a presença do capitão em campo, os resultados bons devem voltar ao Morumbi. Para Ceni, esses fatores podem contribuir para o time retomar o caminho das vitórias. “É, mas agora só falta o resultado”, completou.


O dia acabando, o jogo de hoje não terminou bem pro São Paulo, mas ainda assim eu quero desejar um feliz dia dos pais pra ele que é capitão, líder, maior-goleiro artilheiro do mundo, ídolo, pai e meu heroi. Rogério Ceni, pai da Beatriz e da Clara. <3