Herói da classificação, Rogério Ceni admite: ‘Não fizemos um bom jogo’

Foi mais difícil do que o torcedor são-paulino imaginava, mas o Tricolor conseguiu avançar para a semifinal do Campeonato Paulista. A suada vitória contra o Penapolense por 1 a 0, na noite deste domingo, não surpreendeu o goleiro Rogério Ceni, principal destaque da equipe com grandes defesas, principalmente em um lance com Sergio Mota, aos 43 minutos do segundo tempo.
Na saída para os vestiários do Morumbi, o capitão tricolor elogiou as qualidades da equipe do interior e reconheceu que o time do técnico Ney Franco não esteve nos seus melhores dias, mas admitiu que o mais importante foi a vaga para a próxima fase do torneio estadual.
Sofremos porque o adversário se postou bem em campo. Nós tentamos e tivemos paciência. Não fizemos um grande jogo, mas vencemos – avaliou Ceni.
Luis Fabiano foi outro que comentou sobre a retrancada do Penapolense. Apesar de passar em branco – o atacante acertou duas vezes o travessão no segundo tempo –, ele comemorou a classificação para a semifinal, quando o São Paulo terá pela frente o Corinthians.
A bola não queria entrar, mas já sabia que seria assim. O São Paulo está de parabéns, na medida do possível. Importante é sempre a vitória – destacou Luis Fabiano.
Antes do clássico que valerá uma vaga na final do Campeonato Paulista, que será disputado no próximo fim de semana, o Tricolor terá compromisso importante na Libertadores. Nesta quinta-feira, no Morumbi, o São Paulo abre as oitavas de final da competição continental em duelo contra o Atlético-MG.

Osvaldo ‘cobra’ gol ao árbitro, e exalta Ceni pela classificação

Osvaldo fez toda a jogada, mas não foi o autor do gol que garantiu a classificação do São Paulo à semifinal do Campeonato Paulista. Aos 27 minutos, seu chute pela esquerda foi parar na cabeça do zagueiro do Penapolense, Jaílton, que testou contra a própria meta. Mesmo assim, o atacante tricolor espera que o árbitro Wilson Luiz Seneme dê o gol para ele, que não balança a rede desde 28 de fevereiro, quando o time de Ney Franco venceu o The Strongest por 2 a 1 na fase de grupo da Libertadores.

- Eu chutei forte e a bola desviou e entrou. Eu espero que o gol seja o meu. Já tem alguns jogos que eu não marco, mas até que participo dos gols. Espero que ele (o árbitro) possa dar o gol para mim.
Osvaldo não se vê como o herói da sofrida vitória sobre o time do interior. O atacante lembra da defesa de Rogério Ceni, em chute à queima-roupa de Sérgio Mota, já aos 43 minutos do segundo tempo. O empate teria levado a decisão para os pênaltis.
- Foi a bela defesa do Rogério, no finalzinho, que nos deu a classificação - reconheceu o atacante, que já projetou a forma de a equipe tricolor jogar na quinta-feira, diante do Atlético-MG, no jogo de ida das oitavas de final da Taça Libertadores.
- O negócio é procurar ter mais a bola no pé. Nossa equipe é muito técnica com Ganso e Jadson, e ainda temos dois volantes que sabem jogar. Então vamos aproveitar isso para buscar a vitória.

Aloísio explica comemoração na hora do pênalti: ‘Confio muito no Rogério’

Aloísio foi fundamental para a vitória do São Paulo sobre o Atlético-MG por 2 a 0 que classificou o Tricolor para as oitavas de final da competição – agora vai enfrentar a equipe mineira novamente no mata-mata. O centroavante entrou em campo pressionado por ter que substituir um dos grandes ídolos do clube, Luis Fabiano.

Se não conseguiu manter o nível técnico do titular, Aloísio compensou com muita garra e vontade. E foi Aloísio que, após receber linda bola de Osvaldo, invadiu a área e foi derrubado por Leonardo Silva, sofrendo o pênalti que Rogério Ceni converteu e abriu o placar.

- Para mim foi como se fosse um gol meu. Confio tanto no Rogério que comemorei antes (de o goleiro converter a penalidade). Fiquei muito feliz em poder ajudar. Na minha primeira Libertadores, não queria ser eliminado na primeira fase. Foi um jogo truncado, tanto que comemorei muito – afirmou o camisa 19 do São Paulo, em entrevista ao “Arena”.

Para o comentarista Belletti, a voluntariedade de Aloísio contribuiu e muito para a vitória do São Paulo, já que a dedicação de Aloísio é, na visão de Belletti, um fator primordial para o time.

- Você está jogando e vê que o centroavante do seu time se doa, isso contagia os companheiros da defesa. O volante quer correr mais, o Ganso quer ajudar mais na marcação, os zagueiros não dão espaço. E correu muito.

Com apenas sete pontos conquistados em 18 pontos possíveis, o São Paulo sofreu muito para avançar de fase na Libertadores, tendo que decidir a classificação na última partida contra o melhor time da competição. Era hora de ter que demonstrar mais do que apenas técnica.

- Ontem foi mais resolvido na raça mesmo. A gente colocou isso na cabeça, tivemos outras oportunidades para classificar antes, ficar mais tranquilo, mas nós mesmos nos colocamos nessa situação. Colocamos na cabeça que tínhamos que classificar, dar esse presente para a torcida, e conseguimos essa vitória que foi muito importante – analisou Aloísio.

Caio também elogiou Aloísio. O comentarista disse que no momento mais importante do São Paulo até aqui no torneio, Aloísio não se omitiu.

- Quando você joga uma competição como a Libertadores, você tem que ter elenco. E o jogador tem que estar preparado para quando entrar. E o Aloísio estava. Começou a competição como titular, depois perdeu um pouco de espaço, mas no momento crucial da primeira fase, ele foi lá e deu conta do recado.

Ceni se emociona com vaga e confirma adeus em 2013: “meu último ano

O São Paulo conseguiu nesta quarta-feira a classificação para as oitavas de final naquela que deve ser a última Copa Libertadores com Rogério Ceni. Após a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG o goleiro se emocionou com o triunfo tenso no Estádio do Morumbi e falou em tom de despedida.

Falaram que a bola do jogo sobraria no meu pé. Vim falando com Deus para que me desse lucidez de lá até aqui. Passou pela minha cabeça um filme, que passa diariamente na minha cabeça, do último jogo da carreira. Será o meu último ano, e não queria ir embora hoje”, disse Ceni.

O capitão do São Paulo já está com 40 anos e recentemente lidou com problemas físicos. Em 2012, ficou afastado por vários meses por conta de lesão no ombro. Na última semana, enfrentou dores no pé direito, mas as ignorou para cobrar pênalti que inaugurou o placar - Ademílson encerrou o marcador.

Ontem imaginei todo o cenário que poderia acontecer no jogo de hoje. Um deles era uma eliminação precoce. Os desastres são muito mais valorizados, é normal. Mas não foi o último. Estamos vivos”, destacou Rogério Ceni. 

(Source: esportes.terra.com.br)

Ceni destaca torcida e exalta Ganso: ‘Pode dar a batuta a ele, jogou pra c…’

O São Paulo mostrou a raça e determinação que precisava para vencer o Galo por 2 a 0, nesta quarta-feira, no estádio do Morumbi, e se classificar às oitavas de final da Copa Libertadores. O goleiro Rogério Ceni, que ficou fora de treinamentos para se recuperar de um trauma no pé direito, enalteceu bastante a vitória.

Passou (um filme), aliás, diariamente passa um filme do último jogo. Não que deverá ser, será o último ano da carreira. Esse é o clube da fé, onde a moeda cai de pé. Dois caras levaram hoje (quarta-feira), o torcedor e o camisa 8, que substituiu o Jadson. Pode dar a batuta para ele, jogou para c… – declarou o capitão, que enalteceu os mais de 50 mil torcedores que foram ao estádio.

O goleiro Rogério Ceni sentiu um trauma no pé direito quando chocou-se com Alexandre Pato, no Majestoso do dia 31 de março. Desde então, tem feito tratamento para se recuperar. Contra o The Strongest (BOL), atuou no sacríficio e, nesta quarta-feira, provou que está bem ao bater o pênalti com o pé direito.

Após o gol, o camisa 1 foi bastante abraçado pelos companheiros e, depois do apito final, comemorou a classificação. O goleiro sabe que o time estava atuando abaixo do rendimento esperado mas, com a superação, pôde voltar a exibir um bom futebol dentro de campo.

Parabéns ao meu time, não tiramos o peso das críticas, porque realmente jogamos abaixo do esperado nos outros jogos, mas o São Paulo foi o São Paulo hoje – completou o goleiro tricolor.

O elenco são-paulino volta aos treinamentos na tarde desta quinta-feira, no CT da Barra Funda, visando ao confronto diante do Mogi Mirim, no domingo, pelo Campeonato Paulista.



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Ceni supera dores, renasce em decisão e evita vexame histórico

Quatro segundos. Foi quanto levou Rogério Ceni para caminhar até a bola, parada na marca de pênalti da área do Atlético-MG, aos 11min do segundo tempo. Nos seus ombros, a responsabilidade de marcar o tento que classificaria o São Paulo à próxima fase da Copa Libertadores - ou de desperdiçar a chance e protagonizar um dos maiores vexames da história tricolor. No pé direito do goleiro, o trauma de dores que o assombraram nos últimos dias. Mas, nas arquibancadas, a confiança de 50 mil em seu maior ídolo. Não foi em vão.

Ceni renasceu da lesão e chamou a responsabilidade de fazer o primeiro gol do São Paulo, no triunfo por 2 a 0 - o outro tento foi de Ademílson - contra o Atlético-MG, que livrou a equipe de cair ainda na fase de grupos da Libertadores, algo que não acontece com o time tricolor há 26 anos. Pior: os são-paulinos poderiam se despedir com a lanterna da chave, a pior campanha de todos os tempos no torneio e ainda a primeira queda nessa etapa desde o primeiro título.

Mas o São Paulo tem Rogério Ceni. Que, há duas semanas, quase desfalcou a equipe contra o The Strongest, em outro jogo decisivo que poderia ter definido a classificação ali mesmo. Mas, com fortes dores no pé direito, o goleiro resolveu atuar no sacrifício, levou dois gols defensáveis na derrota por 2 a 1 e acabou criticado, pois poderia ter dado lugar a Dênis, em 100% das condições - até a mulher do reserva reclamou no Twitter.

Nada que pudesse abalar a idolatria de Rogério entre os são-paulinos. Em duas semanas desde o revés na Bolívia, o goleiro correu atrás do prejuízo, intensificou os treinos e conseguiu recuperar sua forma física a tempo de estar totalmente bem para a decisão contra os mineiros. Na última terça, enfim, Ney Franco avisou: Ceni vai para o jogo.

O treinador ainda lembrou a importância do goleiro no confronto, dada sua liderança e história de vitórias no Morumbi. Sem seus outros dois principais jogadores, o meia Jadson e o atacante Luís Fabiano, o São Paulo depositava suas fichas naquele que é considerado por muitos o maior jogador da história do clube. Ceni espantou as dores do pé direito, o mesmo do gol decisivo contra o Atlético-MG.

Com apenas quatro pontos no Grupo 3 antes do  duelo, o São Paulo ainda dependia de combinação de resultados no jogo entre Arsenal e The Strongest, na Argentina, para se classificar. Um triunfo simples dos argentinos e uma vitória tricolor no Morumbi seria o bastante. Então, aos 31min do primeiro tempo, o estádio paulista explodiu com o primeiro gol do Arsenal. Faltava, agora, a equipe paulistana fazer sua parte.

Em um jogo truncado, saiu de lançamento do meia Osvaldo a primeira chance são-paulina, em linda enfiada de bola para Aloisio. Derrubado na área, o atacante sofreu o pênalti. Rogério, do outro lado do campo, correu para a área do Atlético-MG. Pediu a bola, ajeitou, caminhou por quatro segundos. Parou. Esperou o goleiro Victor se definir, desviou o olhar para o canto esquerdo e só tocou, com categoria. Com frieza. Gol do São Paulo.

Ao término do jogo, o goleiro foi ovacionado e correu para comemorar com a torcida. Em mais uma noite de Rogério Ceni no Morumbi, a equipe tricolor avançou a outra etapa de oitavas de final de Libertadores. A caminhada rumo ao tetra continua. Sem vexame.

(Source: esportes.terra.com.br)

Ceni se orgulha de novo pênalti batido com dor: “Erro seria fatal”

Pelo segundo jogo consecutivo na Libertadores, o destro Rogério Ceni entrou em campo com fortes dores no pé direito - e o utilizou para converter um pênalti. Depois de balançar a rede dessa maneira na derrota para o The Strongest, o goleiro são-paulino assim abriu a vitória por 2 a 0 sobre o Atlético-MG, na quarta-feira. Ao fim da partida, assegurada a classificação às oitavas de final, ele recuperou discurso usado na Bolívia e se disse orgulhoso.

Sei que não sou o ator principal, como já fui. Talvez agora seja mero coadjuvante, mas sei da minha responsabilidade. Posso ter muitos defeitos como ser humano, mas me orgulho do profissional que sou, da camisa que visto, da minha dedicação diária para estar aqui. As dores eram suficientes para estar fora. Alguns dizem: ‘se está com dor, não vai para o jogo’. Mas é importante determinada figura em campo. Um erro ali seria fatal para minha carreira”, disse.

Caso ele tivesse desperdiçado a cobrança, no momento em que o placar apontava empate sem gol, o resultado da partida poderia ter sido negativo. Curiosamente, assim como na derrota na rodada passada, Ceni buscou o canto esquerdo do goleiro. A justificativa, ao menos na Bolívia, foi de que não suportaria usar o peito do pé para mandar a bola do outro lado. Ou seja, Victor defenderia se tivesse ouvido sua entrevista, há duas semanas.De lá até quarta-feira à noite, o camisa 1 não havia atuado mais nenhuma vez, dedicando-se exclusivamente a tratamentos diários, geralmente em três períodos. Na quinta-feira passada, ameaçou treinar, porém ficou só cinco minutos em campo, sendo vetado para o compromisso de sábado, contra o XV de Piracicaba, pelo Campeonato Paulista.

Não havia condições. Mas fiz uma última aposta que era trabalhar para esse jogo. Na terça-feira, o pé ficou muito ruim, com muita dor, mas praticamente só dormi e tratei. A aposta era comigo mesmo, queria estar aqui”, justificou o goleiro, que realizou fisioterapia até meia-noite da véspera da partida decisiva contra o Atlético e, já no Morumbi, evitou bater bola antes do apito inicial, a fim de poupar o pé para os tiros de meta.

No intervalo, contou ao reserva Denis um pressentimento. Ele estava sentindo que a bola do jogo seria sua. Por isso, chutou dois pênaltis antes de a partida recomeçar. Estava certo. Aos nove minutos, Aloísio foi derrubado por Leonardo Silva dentro da área, e o árbitro assinou a penalidade. Dois minutos se passaram entre Ceni deixar sua meta e balançar a rede de Victor. Tempo de sobra para muita coisa.

Do meu gol até o outro, fui pedindo a Deus que ele me desse calma e tranquilidade. Convertida, a bola pode não ter tido tanta importância. Mas, se tivesse sido perdida, poderia ser uma das últimas da minha carreira”, salientou, orgulhoso também por ter feito isso com uma idade tabu no futebol. “Quando se perde um pênalti aos 30 (anos) é uma pena. Aos 40, eu seria velho”.

(Source: esportes.terra.com.br)

Ademilson diz que Ceni citou aposentadoria para motivar elenco

O goleiro Rogério Ceni tem contrato com o São Paulo até o fim do ano e provavelmente vai encerrar a carreira ao término do vínculo. Por isso, o capitão são-paulino temia fazer sua última partida pela Copa Libertadores na noite de quarta-feira, diante do Atlético-MG, e tratou de motivar o elenco na briga pela classificação às oitavas de final.

Autor do segundo gol da vitória por 2 a 0 no Morumbi, o atacante Ademilson confirmou que o goleiro falou sobre o fim da carreira na conversa com os atletas antes do início do confronto.

O Rogério foi muito diferente ontem (quarta). Ele falou que aquele poderia ser mais um jogo da carreira dos outros, mas, para ele, poderia ser o último em uma Libertadores e ele não queria sair. Pode ser o último ano dele e quer terminar com título. Ele motivou muito no vestiário”, afirmou o atacante, em entrevista à TV Bandeirantes.

O primeiro gol do time tricolor no estádio do Morumbi foi marcado justamente pelo goleiro, em cobrança de pênalti. Assim que superou Victor, Ceni se ajoelhou no gramado, vibrando bastante e sendo abraçado pelos colegas de equipe.

O São Paulo entrou em campo pressionado para enfrentar o Atlético-MG, mas conseguiu a combinação de resultados necessária para avançar à próxima fase. Além de ter vencido a equipe mineira, o clube paulista ainda foi beneficiado pela derrota do Strongest para o Arsenal de Sarandí, na noite de quarta.

(Source: esportes.terra.com.br)

Rogério Ceni diz que conversou com Deus no caminho até o pênalti

Rogério Ceni demorou um tempo maior do que o comum no trajeto de sua área até a marca do pênalti, para abrir o caminho da classificação do São Paulo para as oitavas de final da Libertadores, na noite desta quarta-feira, no Morumbi. O capitão fez o primeiro gol da vitória por 2 a 0 do Tricolor sobre o Atlético-MG. Depois da partida, o goleiro contou qual foi a sensação no momento:

- A pressão dos últimos dois pênaltis foram muito grandes porque eu não tenho condições normais de chutar. Desde o jogo contra o Corinthians, não me encontro em condições normais. Foram pênaltis muito difíceis de serem batidos, apesar da tranquilidade de ir para bola. Quando vc perde aos 30 é uma pena. Quando perde aos 40 é velho. Fui conversando com Deus no caminho. Não pedi o gol. Pedi a calma pra efetuar a cobrança. Se tivesse perdido teria sido um dos últimos da minha carreira. O sucesso do time se deve aos outros dez caras em campo, mas a responsabilidade daquele lance era minha. Falei para o Denis que estava com o pressentimento que a bola do jogo iria sobrar para mim. Ela sobrou e eu tive a calma necessária. Eles jogaram com alma, como há muito tempo não via no São Paulo.

O camisa 01 sofreu uma forte pancada no pé direito contra o Corinthians, no dia 31 de março. Desde então tem feito longos tratamentos para conseguir estar em campo. Ceni conseguiu jogar três dias depois, em La Paz, contra o The Strongest (BOL), também sentiu muitas dores durante o jogo e fez um gol de pênalti.

Aos 40 anos, Rogério deve se aposentar no fim desta temporada. Por isso, se o São Paulo tivesse sido eliminado nesta quarta-feira, o jogo contra o Galo poderia ter sido o último de Ceni pela Libertadores. Ele mesmo admite isso e diz que pensou nessa possibilidade na véspera do confronto.

- Fiquei tratando das oito até meia-noite. Assisti ao documentário Soberano que passou na ESPN de madrugada. Durante tudo isso imaginei o cenário do que poderia acontecer, mas não foi a última - afirmou.

(Source: lancenet.com.br)

Ceni elogia raça, diz que time precisa provar fortalecimento e cita até Muricy

Com uma postura totalmente diferente do que havia apresentado em toda a fase de grupos da Copa Libertadores, o São Paulo, na raça, bateu o Galo por 2 a 0 nesta quarta-feira e conseguiu a classificação às oitavas de final do torneio continental.

Entusiasmado com o brio dos atletas são-paulinos, o ídolo e capitão Rogério Ceni elogiou a vontade do grupo, disse que o Tricolor precisa superar o Galo novamente para provar a reação e citou até Muricy Ramalho, ex-técnico do clube, hoje no Santos.

- Você cresce em situações adversas como hoje (quarta). Percentual baixo e pega equipe forte mentalmente, você se fortalece muito. São dois jogos que terá na próxima fase (contra o Atlético-MG). Se não ganhar,  vocês vão dizer que não se fortaleceu tanto. É normal. O Muricy (Ramalho) que falava: “Futebol só tem duas coisas, ganhar ou perder” - disse o camisa 01, na entrevista coletiva após a classificação.

Ainda, Rogério aproveitou também para agradecer aos pouco mais de 50 mil pagantes que lotaram o Morumbi para apoiar e empurrar a equipe na vitória sobre os mineiros.

- Posso garantir que a grande diferença é a presença do público, isso mexe com o coração do atleta.. Vi jogadores filmando o torcedor na entrada. Isso mostra quanto traz benefício a presença do torcedor. Agradecemos muito ao torcedor. Ele fez a diferença hoje - completou Ceni.




 

(Source: lancenet.com.br)